Amarga como Café, Doce como Brigadeiro

  • terça-feira, julho 25, 2017
  • By Ana Catarine Mendes
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Ela era grossa para alguns, mas para outros, era a pessoa mais amável do mundo. As opiniões sobre a jovem moça se dividiam, eram oito, ou oitenta. Alguns achavam que ela era bipolar, quando na realidade, não era isso.

Ela era amor, com quem era amor. Apenas demonstrava aquilo que permitiam que ela demonstrasse. A moça, de coração jovem, desistira de se abrir com qualquer um. Apenas guardava seu brilho profundo para aqueles que merecessem ver.

Nem todos merecem conhecer nossa alma, pois muitos só querem enxergá-la para poder cravar machucados, e a jovem moça sabia disso, ela aprendeu com o tempo. Foi difícil, mas aprendeu.

Entre xícaras de café, e doses de brigadeiro de colher, a moça ia vivendo. Doce, amarga, azeda. Não importa o que achavam. Ela não era nada disso. Apenas era ela. Simples, pura e sincera.

Fonte da imagem: Tumblr



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